Passou despercebida, na comunicação social portuguesa, a presença do papa Francisco na celebração dos 70 anos do Conselho Mundial das Igrejas, que ocorreu no passado dia 21, em Genebra. Mas o facto foi lembrado – e bem – pelo artigo de Anselmo Borges no DN desta sexta-feira.
A presença do Papa Francisco neste evento vem confirmar o seu empenho em viabilizar uma nova primavera ecuménica, como o próprio quis assinalar com o lema que escolheu para esta viagem: caminhar, rezar e trabalhar juntos.
No mesmo sentido vão as palavras iniciais do seu discurso: Quis vir aqui, peregrino em busca de unidade e paz.
De salientar, ainda, a sua afirmação de cariz mais programático: No movimento ecuménico devemos deixar cair do dicionário uma palavra: proselitismo.
Anselmo Borges aproveitou o seu artigo semanal de hoje para nos oferecer uma retrospectiva sucinta do movimento ecuménico e para assinalar alguns marcos históricos do percurso, que vem sendo feito, designadamente depois do Concílio Vaticano II.
Em suma, um artigo a não perder.
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