26 julho 2016

Jacques Hamel mais uma “morte bárbara”

Jacques Hamel, padre de 86 anos foi, nas palavras do Papa Francisco uma “morte bárbara”. [notícias aqui e aqui]
Jacques Hamel pároco de Saint-Etienne-du-Rouvrav-Rouen
Os terroristas não terão o nosso ódio. No silêncio dos nossos corações entristecidos e horrorizados fazemos uma oração: Pai, perdoa-lhes mesmo que saibam o que fazem. Senhor, ampara-nos e ajuda-nos a superar este momento tão sombrio. Dá-nos um coração limpo e misericordioso!

Vamos precisar de ser fortes e fiéis à nossa fé e à nossa identidade atacada uma vez mais por bárbaros sem projecto. Como dizem os cristãos sírios e iraquianos refugiados de Erbil: «O Daech pode tirar-nos tudo, até a vida, mas não podem matar a nossa fé e não aniquilarão a nossa Esperança.»

Fica o link para o comunicado do arcebispo de Rouen, Dominique Lebrun.

1 comentário:

  1. Tendo eu aguardado até agora, que é já o dia seguinte, por uma reacção de condenação desta barbaridade, um gesto de solidariedade, por parte de governantes, responsáveis políticos, dirigentes sindicais, movimentos de cidadania, etc., que noutros casos foram muito rápidos, enchendo praças... usando até as redes sociais...
    Verifico que só há silêncio(s)!
    Interpreto este(s) silêncio(s) como uma grave demonstração de indiferença que, quanto a mim, se fica a dever ao facto de o crime ter sido cometido contra cristãos, dentro de uma igreja. Como já se tornou hábito, noutras paragens, também em Portugal se tornou banal a perseguição de cristãos e judeus...
    Onde estará aquela gente que se mostrou tão indignada e se vestiu de "je suis ..."
    Então se a violência for contra cristãos já não há coragem de ao menos uma palavra, um gesto, uma hastag... ao menos um tweet?!
    A hipocrisia do politicamente correcto é, em si mesma, uma resposta violenta.
    Afinal a Liberdade, a Solidariedade... tem dias! Um padre de 86 anos, uma pequena comunidade de cristão não são "coisas giras".

    Também pelos que deliberadamente esquecem e negam os seus irmãos e irmãs, será preciso pedir perdão.

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Maria do Céu