
28 junho 2008
Ano Paulino

23 junho 2008
Contributo das religiões para a paz
Enganaram-se aqueles que, no século passado, anunciavam a morte de Deus e o desaparecimento das religiões. A história recente veio demonstrar que tais previsões eram infundadas. No começo do século XXI, as diferentes religiões ganham, cada vez mais, relevo na cena internacional, pelas boas e más razões. A religião tem atiçado conflitos e alimentado tensões entre povos, mas, por outro lado, desempenha, tantas vezes, um papel determinante e insubstituível na formação das consciências segundo valores universais da convivência humana.
Neste Colóquio procuram-se caminhos de conhecimento e de maior respeito mútuo entre as várias religiões bem como convergências no plano dos valores que conduzam à construção da paz, essa aspiração universal da Humanidade, que continua a ser traída na sua concretização por condições económicas e políticas hostis à justiça e à liberdade, dois alicerces básicos de uma paz sustentável.
Em Lisboa estão reunidos representantes ao mais alto de nível das grandes religiões e porta vozes de múltiplas instituições de matriz religiosa empenhadas em dar os seus contributos específicos para a construção da paz.
No segundo dia do Colóquio é a vez de colocar frente a frente crentes e não crentes e debater a laicidade, também ela uma questão da maior actualidade para o aprofundamento da democracia e a construção da paz.
Para maior desenvolvimento consultar a Comissão da Liberdade Religiosa, a entidade organizadora deste evento.
15 junho 2008
Estas são as normas que tu lhes exporás
- Êxodo 21, 1-17
No site da Fundação Betânia foi publicado mais um estudo do Livro do Êxodo, no âmbito do Projecto Ler a Bíblia, coordenado por Nicoletta Crosti.
Estes estudos podem ser comentados no Ouvido do Vento.
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14 junho 2008
Em louvor de Fernando Pessoa
Fernando Pessoa - O Eu Profundo
Senhor, que és o céu e a terra, que és a vida e a morte!
O sol és tu e a lua és tu e o vento és tu!
Tu és os nossos corpos e as nossas almas
e o nosso amor és tu também.
Onde nada está tu habitas
e onde tudo está - (o teu templo) - eis o teu corpo.
Dá-me alma para te servir e alma para te amar.
Dá-me vista para te ver sempre no céu e na terra,
ouvidos para te ouvir no vento e no mar,
e meios para trabalhar em teu nome.
Torna-me puro como a água e alto como o céu.
Que não haja lama nas estradas dos meus pensamentos
nem folhas mortas nas lagoas dos meus propósitos.
Faze com que eu saiba amar os outros como irmãos
e servir-te como a um pai.
Minha vida seja digna da tua presença.
Meu corpo seja digno da terra, tua cama.
Minha alma possa aparecer diante de ti
como um filho que volta ao lar.
Torna-me grande como o Sol,
para que eu te possa adorar em mim;
e torna-me puro como a lua,
para que eu te possa rezar em mim;
e torna-me claro como o dia
para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e adorar-te.
Senhor, protege-me e ampara-me.
Dá-me que eu me sinta teu.
Senhor, livra-me de mim.
01 junho 2008
Ao encontro do que emerge
Começa a esboçar-se um novo paradigma.
(...)
É a hora de procurar alianças e cumplicidades com quem já está desperto para construir, em conjunto, projectos alternativos: Projectos de empresa, de banco, de escola, de comunidade e de família, de serviço comunitário, de solidariedade com povos longínquos, de defesa empenhada de causas mundiais. "
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